Como criar uma Calopsitas

Postado por admin em 4 de julho de 2010

Na natureza reproduz-se nas épocas das chuvas, quando os alimentos são mais abundantes. Faz seu ninho em buracos já existentes no tronco das árvores, geralmente em eucaliptos próximos à água. Em cativeiro, a reprodução ocorre o ano todo.

A Calopsita reproduz tanto se estiver em viveiro coletivo como se estiver apenas um casal no ambiente. Esta última opção é a mais simples e portanto a mais recomendada. As calopsitas são aves monogâmicas e estão aptas à reprodução a partir de um ano de idade. A Calopsita está apta a reproduzir o ano todo, mas a criação tem maior chance de sucesso nos meses de primavera e verão.

Podem reproduzir durante o ano todo, mas aconselha-se tirar apenas 2 a 3 ninhadas por ano, pois é um processo muito estressante para elas. Para cessar a reprodução, basta retirar o ninho.

Instale na tela da gaiola ou do viveiro um ninho de madeira tipo caixa, medindo cerca de 35 cm de comprimento, 20 cm de largura, 20 cm de altura, com entrada redonda na frente, e com uma ante-sala dentro do ninho (não há necessidade de oferecer material para forração).

O macho se exibe para a fêmea, levantando a abaixando a crista, cantando e abrindo as asas. Então ele entra no ninho e a fêmea o segue. Durante cinco ou dez minutos, o macho esfrega a cloaca na da fêmea, que emite um som contínuo e baixo. Durante vários dias, o episódio pode repetir.

A postura costuma se iniciar de uma a duas semanas após a união do casal.

Os ovos medem de 2 a 3 cm, e a postura é de 4 a 7 por vez, com intervalos de cerca de dois dias. A incubação leva de 17 a 22 dias.

Os pais revezam-se na incubação e cuidado dos filhotes. Após o nascimento fornecer diariamente milho verde, pão molhado e osso de siba. Os filhotes são ocultados pelos pais por 10 dias e após 3 semanas começam a explorar a gaiola.

Separar os filhotes dos pais com 8 semanas de vida, quando começarem a comer sozinhos.

A dieta das calopsitas é simples, mas deve ser variada. É composta principalmente por ração e sementes, que se encontram com facilidade nas lojas, e os complementos são comuns, como frutas e verduras.

  • Diariamente: mistura de sementes com 20% de alpiste, 50% de painço, 15% de arroz com casca, 10% de aveia e 5% de girassol. Existem rações prontas para calopsitas, disponíveis no mercado ou em qualquer pet shop.
  • Ração peletizada, essencial para quem quer garantir que sua ave está ingerindo todos as vitaminas necessárias. Boas indicações são a ração da Alcon e da Megazoo (mas aqui vai uma dica: elas preferem a ração para aves trinca-de-ferro).
  • Farinhada, principalmente as que contêm ovo.
  • De duas a três vezes por semana: frutas (de preferência maçã)  e legumes em pedaços e verduras como couve, almeirão, espinafre, chicória.
  • Em dias alternados, oferecer milho verde; mas, se houver filhotinhos, passar a oferecer todos os dias.
  • Deixar à disposição: areia grossa e lavada ou farinha de ostras para ajudar na digestão e como fonte de cálcio (principalmente na reprodução) ou blocos minerais, como osso de siba.
  • Muito importante: a água deve ser trocada diariamente.

Veterinárias lançam sorvete para cachorro; especialista condena petiscos

Postado por admin em 19 de março de 2010

Os sorvetes tradicionais podem causar diarreia, vômito e cáries nos dentes dos animais de estimação. Com o forte calor do verão e a relação cada vez mais cheias de mimos entre os donos e seus bichos, duas veterinárias de São Paulo lançaram, em janeiro, um sorvete produzido especialmente para cachorros.

Thaís Mucher, veterinária e empresária, afirma que a ideia surgiu porque ela mesma dava sorvete para seu cachorro. “Muita gente faz isso, mas não é recomendado. Nós pegamos a fórmula básica de um sorvete e tiramos a gordura hidrogenada, o açúcar e diminuímos em quase 50% o teor de lactose”, explica.

A veterinária alerta que o sorvete — que tem o selo do SIF (Serviço de Inspeção Federal)– não é indicado para cachorros diabéticos e com hipersensibilidade à lactose. O produto também não é indicado para gatos, aves, répteis e outros mamíferos. “Nós fizemos testes com gatos, não aconteceu nada e não há nenhuma contraindicação. Mas como não fizemos todas as pesquisas com gatos que fizemos com os cachorros, não fazemos a indicação”, explica Thaís.

E para os donos zelosos, que gostam de provar tudo o que dão para seus animais, também não há contraindicação. “Eu experimentei o sorvete, ele só é um pouco mais suave que o tradicional. Tenho cachorro desde os dois anos, trato meus animais de estimação como se fossem crianças e isso, hoje em dia, é cada vez mais comum. Por isso, experimento tudo de diferente que vou dar para meu cachorro”, diz Thaís.

Mas, assim como os demais petiscos, o sorvete não deve substituir a ração

Thaís e sua irmã Juliana, que também é veterinária, dizem acreditar que o produto é o primeiro do tipo fabricado no Brasil. “Fizemos muitas pesquisas, achamos uma marca registrada, mas não achamos o sorvete para vender e não achamos site da empresa. Encontramos sorvetes para cachorros produzidos nos Estados Unidos, Bélgica e Taiwan”, diz Thaís.

Nutrição desregulada

O médico veterinário especialista em dermatologia, Alexandre Pasternak, não recomenda nenhum tipo de petisco para os animais de estimação. Pasternak, que é diretor da Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) de São Paulo, diz que 90% das alergias em cachorros são causadas por esses tipos de alimentos.

“O cachorro não é seletivo, não tem uma necessidade de variedade grande de alimentos. As rações já são balanceadas com o que o animal precisa, quando o dono coloca alguma coisa a mais na alimentação do cachorro, desregula o balanceamento da ração”, explica Pasternak.

De acordo com o veterinário, a alimentação desregulada, com o excesso de carboidrato dos petiscos, pode causar distúrbios gastrointestinal, endocrinológico ou dermatológico, como as alergias, obesidade, diabetes e hipertireodismo. “Eu não recomendo bife, sorvete, nada disso. Uma cenoura e interação com o animal são mais indicados do que esses petiscos”, afirma Pasternak.

Fonte: Folha Online

O seu animal tem que ter uma identificação !!!

Postado por admin em 23 de fevereiro de 2010

O registro é a maneira mais eficiente para identificação do animal, pois é a sua carteira de identidade. O animal registrado recebe uma plaqueta com um número e deve usá-la permanentemente presa à coleira.

O Registro Geral Animal – RGA – é obrigatório por lei na cidade de São Paulo para cães e gatos (Lei Municipal 13.131/2001). O não-cumprimento da Lei pode acarretar em multa. O número do RGA do animal é único e permanente. Em caso de perda da plaqueta do RGA, outra deve ser providenciada no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ou estabelecimentos veterinários credenciados, devendo haver o cancelamento do RGA anterior. O óbito do animal deve ser informado ao CCZ (fone: 3397-8900) para ser providenciada a baixa desse registro.

Para uma maior segurança do animal, além do RGA, recomenda-se também o uso de uma identificação contendo nome e telefone do proprietário; caso o animal se perca, aumentam as chances de ser encontrado. Não é raro encontrar animais perdidos sem nenhuma forma de localizar sua origem. Nem sempre o destino deles é feliz. Isso poderia ser facilmente evitado.

Os cães devem sair sempre com coleira e guia, acompanhados de uma pessoa capaz de controlá-los. Os gatos, que são geralmente mais sensíveis e assustados, devem sair sempre em caixas especiais para transporte ou com algum tipo de contenção que possibilite o translado com segurança.

Alguns conselhos para manter a saúde dos nossos amigos de penas

Postado por admin em 23 de fevereiro de 2010

1 Informe-se bem sobre a alimentação adequada para a espécie que você possui. Os papagaios, por exemplo, podem ingerir grãos que outras espécies não podem consumir.

2 As aves costumam “reclamar” quando sentem algum desconforto. Observe bem para identificar esse comportamento e analise qual pode ser a causa. Talvez ela tenha sofrido uma agressão de outro animal e esteja com medo ou nervosa. Talvez esteja agitada por não ter tranqüilidade e descanso à noite ou porque está precisando de um lugar mais arejado. Em casos de desânimo, uma possibilidade é estar com alguma doença.

3 Para a maioria dos pássaros se recomenda cortar o bico, as unhas e até as asas. A freqüência depende de cada espécie e atividade. Se você não tem experiência, leve a ave ao veterinário ou a casas especializadas, porque senão pode feri-la ou deixá-la estressada. Pássaros e outras aves podem morrer de estresse, porque são animais muito sensíveis.

4 Observe o comportamento da ave e eventuais mudanças físicas que ela apresente. A troca de plumagem constante ou fora de época pode ser um indício de problemas de saúde, alimentação inadequada, parasitas, doenças da pele ou até estados de ânimo, como tensão ou solidão. Neste caso, procure um veterinário para encontrar a causa e o tratamento para melhorar o estado de saúde dela.

5 Leve a ave ao veterinário periodicamente para tomar vacinas, eliminar parasitas ou fazer exames, se for necessário. Um exame físico completo inclui a avaliação de todos os sistemas orgânicos (como o cardíaco e o respiratório) e das partes que podem apresentar algum sinal de doença (olhos, ouvido, boca, pele, penas, abdômen, peso, bico, etc.).

Queda de pêlo em Cães

Postado por admin em 27 de novembro de 2009

As quedas de pêlos podem e ocorrem por várias razões. Uma delas é a chamada queda fisiológica, que ocorre normalmente por envelhecimento do próprio pêlo ou de seu folículo (raiz) e assim esse pêlo cai para ser em seguida substituído por outros.

Essa queda fisiológica anteriormente referida ocorre em geral no verão e não é localizada (num único local da pelagem) mas generalizada, isto não querendo dizer que o animal se torne careca, pois essa queda é rarefeita e é percebida apenas com cuidadosa observação, pelo fato da pelagem ficar menos densa.

A queda chamada patológica (alopecia), que é a queda anormal, têm várias causas. Entre elas, doenças do próprio pêlo ou da pele do animal, tais como micoses, sarnas, eczemas, enfim uma variedade enorme de causas diretas no epitélio de revestimento animal. A queda de pêlos também pode ocorrer de forma indireta, por doenças nutricionais ou mesmo infecções. Entre as doenças nutricionais que podem determinar queda de pêlos pode-se citar a simples avitaminose A. Estando essa vitamina A ausente ou em quantidade insuficiente na alimentação do animal, essa vitamina chamada de protetora dos epitélios, poderá haver simples perda de seu brilho e resistência, culminando até por sua queda. Insuficiências de determinados sais minerais na alimentação, pode ter por conseqüência também queda de pêlos. Até simples falta na alimentação de determinados aminoácidos, que como é sabido são por assim dizer os tijolos que formam as moléculas de proteínas mais complexas, podem também determinar queda de pêlo.

As Infecções, pelo fato de determinarem febre, poderá ser também uma causa de queda de pêlos. Em vista desses diferentes fatores, observe a pelagem de seu cão: Caso a queda de pêlos seja localizada, formando verdadeiras “ilhas” (sem pêlo), isto requer imediato tratamento de acordo com sua causa, sendo em geral originada por parasitas (fungos, sarnas ou outros parasitas). Caso não seja imediatamente tratada quando parasitária, há o risco inclusive do parasita se alastrar ou mesmo se propagar a outros seres suscetíveis, como o próprio homem, no caso de se tratar por exemplo de uma micose tricofítica ou uma sarna por Sarcoptis scabiei (Escabios).

Já quando a perda de pêlos ocorrer de forma generalizada, determinando apenas uma rarefação da pelagem (ficando a mesma menos densa), caso a mesma seja discreta e sem perda de brilho, trata-se de uma queda fisiológica e em geral ocorre durante a estação do Verão. Porém, quando essa queda é generalizada, tornando a pelagem além de rarefeita também o pêlo perdendo seu brilho, sua causa é geral. Neste último caso, apenas um cuidadoso exame das condições gerais do animal poderá elucidar sua causa específica ou suas causas. Existe também, um quadro mórbido chamado de Alopecia areata, cuja causa é nervosa, causando também queda localizada de pêlos.

P.S. – Deve também ser observado pelo dono ou tratador do animal, se concomitantemente à queda de pêlos existe prurido (coceira), por ser este um importante sintoma complementar para diagnóstico, além de possível rubor da pele (avermelhamento) ou mesmo inflamações nessas áreas da pele onde ocorre tal perda de pêlos. Para dizer se a pele esta ou não inflamada, observe e coloque mesmo sua mão para sentir se há calor anormal nessa área glaba (sem pêlo), pois a inflamação se faz sempre acompanhar de três sinais importantes : DOR + CALOR + RUBOR.

Dr. Carmello Liberato Thadei
Médico Veterinário

fonte:www.saudeanimal.com.br

Como cuidar do seu coelho

Postado por admin em 25 de novembro de 2009

Em primeiro lugar, você precisa lembrar-se que os coelhos são animais silvestres, portanto não são como gatinhos ou cachorros. Eles não gostam muito de ficar no colo por muito tempo, gostam de correr e ser livres.

Na natureza eles são presas e não predadores, o que faz deles um alvo de cães e gatos. Por esse motivo, cuidado com as companhias do seu coelho, eles não sabem se defender.

Alimentação: ração peletizada, específica para Coelhos. Oferecer diariamente folhas de alguns dos seguintes vegetais: beterraba, rabanete, chicória, almeirão e couve-flor. Não dê alface, pois pode causar diarréia.

Vegetais: eles adoram cenoura, e você pode oferecer brócolis, chicória, almeirão, couve, alface, hortelã, salsinha. Normalmente as folhas devem ser dadas uma vez por semana apenas.

Frutas: pode dar fatias de maça (nunca a semente já que é tóxica) e fatias de banana.

Evite: Açucar, espinafre, couve-flor, batata e outros alimentos que pertencem a nossa dieta, não deixe ele roer plantas e flores de vaso.

Água: deve ser colocada em quantidade, e deve estar disponível todo o tempos. Existem locais apropriados para água e comida, mas se estes forem colocados dentro da gaiola, observe que seja um recepiente de barro e pesado, para evitar que eles tombem ou roam.

Se você tiver que trocar a marca da ração que está sendo utilizada, não faça isso repentinamente, vá misturando as rações gradativamente antes de trocar totalmente.

Hábitos:

Em casa são normalmente mantidos em gaiolas, mas deixe algum tipo de forração dentro da mesma, como um pano ou papelão já que os coelhos podem desenvolver lesões nas patinhas por pisar na grade. Também podem desenvolver micoses nas patas se estas ficarem em contato com sua urina permanentemente.

Normamente o coelho acostuma a fazer xixi em outro lugar da casa, deve-se limpar com vinagre branco diluído em água, para não ficar com seu cheiro, evitando que ele volte a reconhecer o mesmo lugar e repetir a dose.

Seu coelho vai adorar passar algum tempo solto, brincando e pulando e você vai ter diversão certa se ficar olhando suas proezas.

Cuidado: Não se esqueça, o coelho é um roedor e como tal adora roer, atenção com: carpete e tapetes; fios elétricos, de telefone e antena; batentes de porta e armários, pés de cadeira e mesa, além de sapatos e outros artigos de couro. Pode ser usado pimenta tabasco para afastá-lo de certos lugares, já que eles não gostam muito do seu sabor.

Normalmente eles não mordem, apenas se muito acuados e assustados. Podem arranhar se estiverem no colo e quiserem sair, mas nunca atacam.

Cuidados:

NUNCA carregue seu coelho pela orelhas.

- Devem ter seu pelo escovado semanalmente com uma escova firme porém macia.

- As unhas devem ser cortadas a cada 2 meses , por você ou pelo veterinário. Cortar na parte branca (a porção vermelha, mais interna contém sangue) com alicate apropriado

- Não deve se dar banho, pois as orelhas não podem molhar, caso precise limpá-lo, utilize banho a seco , existe varias marcas ou use água morna com vinagre branco bem diluído e passe com um paninho macioo

Saúde:

A urina pode variar de cor amarelo até vermelho. Se o coelho estiver comendo bem, não se alarme.

O principal sinal de doença é a falta de apetite.

Eles podem ter alguns parasitas intestinais. Atenção para diarréia ou presença de muco nas fezes, normalmente bem secas.

Se ele for solto em jardim, cuidado com o uso de inseticida e fertilizantes.

O coelho pode viver de 5 a 12 anos e a sua maturidade sexual é aos 3 a 4 meses.

Dicas de higiene canina

Postado por admin em 25 de novembro de 2009

A higiene do cão é algo importantissímo e vai muito alem que um banho e tosa .

É importante cuidar dos dentes do seu animal,cortar as unhas periodicamente, limpar sa orelhas com muito cuidado pois são areas muito sensiveis .

  • Cuidado olhos e orelhas

Os olhos devem ser limpos diariamente , e com muito cuidado com produtos  indicado por profissionail de sua confiança .Isto ajudará  a prevençaõ de machas na pelagem proximo aos olhos e de até doeças , como a conjutivite.

A limpeza das orelhas deve ser semanalmente  com produtos indicado por profissionais indicado de sua confiança ,jamais cutuque o canal do ouvido pois pode machucar o seu animal .

  • Cuidado com os dentes

Já existe no mercado pasta e escovas apropriadas para cães que contribuem para conservação da gengiva e dos dentes do seu bichinho . A limpeza dos dentes deve ser feita semanalmente

  • Cuidado com as unhas

É importante fazer o corte das unhas pois nem sempre elas ficam naturalmente limadas , tornando se muito compridas e pode acabar machucando o animal , além de que , uma unha longa pode comprometer a movimentação e até os aprumos de um cão .

O corte deve ser feito com um pequeno alicate unha apropriado

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Também estamos no Dihitt !

Postado por admin em 13 de novembro de 2009

Estamos no BlogBlogs

Postado por admin em 13 de novembro de 2009

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Postado por admin em 12 de novembro de 2009

Em breve estaremos no ar com a maior PetShop Online do Brasil.


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